segunda-feira, 9 de março de 2009
Na Livraria da Vila dia 8 de março tive o prazer de compartilhar histórias de mulheres incriveis, que mudaram seus destinos e dos grandes heróis que as acompanhavam.
Com uma riqueza simbólica que a mitologia sempre ofertou a humanidade, Pandora e sua Caixa, Maria uma princesa que tem uma irmã serpente e uma tragetória de cinderela do nordeste brasileiro e a maravilhosa Princesa de Bambuluá que com seus encantos fez um homem comum percorrer a tragetória do herói sem esmorecer nem por segundos, foram as protagonistas da tarde ...
Como a livraria estava cheia de princesas e principes, rainhas e reis, o encantamento foi espalhado pelo lugar num instante..
Espero voltar
E espero vocês quando isso acontecer !
Abraços
segunda-feira, 2 de março de 2009

Contos de Mulheres e suas Aventuras No dia internacional da mulher estarei contando histórias sobre encantadoras mulhres que mudaram seu destino e o da humanidade!
Dia 08/03/09
- A Caixa de Pandora (mitologia grega)
-A Princesa de Bambuluá (conto tradional do Brasil)
- Por que o mar tanto chora ?(conto tradional do Brasil)
Na Livraria da Vila - Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhãe Castro 12000 - Morumbi (Marginal Pinheiros )
às 16 hs - Grátis
Espero Tod@s !!!!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Caixa de Histórias
Num tempo não muito distante haverá um encontro com a magia dos quatro cantos do mundo !!
Num lugar com nome de mago - dono da magia das palavras aladas - a Biblioteca Hans Christian Andersen , você se deparará com uma grande caixa e de dentro dela todo o mundo sairá colorido ao sabor de histórias da tradição oral da África, Brasil, America Latina, Europa e Oriente venha e experimente essa viagem inusitada!!!!
O espetáculo Caixa de Histórias será apresentado duas vezes no mesmo dia
11 de março de 2009 às 10:00 e às 14:00 horas
Endereço: Av. Celso Garcia, 4142
Tatuapé - 03064-000 São Paulo, SP
Tel.: 11 2295-3447
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_a_l/hanschristianandersen/index.php?p=149
Espero vocês pra escutar e voar !!!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS COMO RECURSO NA TERAPIA OCUPACIONAL COM CRIANÇAS DA FAIXA ETÁRIA DE 2 A 7 ANOS.
Olhem só :
Ando procurando na net vários textos , acadêmicos e não acadêmicos, para que contadores de histórias de toda parte possam se deliciar e melhorar muito sua prática!
vou postar aqui primeiro um sobre contar histórias e a terapia ocupacional ... minha praia , rs!
aproveitem para saber mais e fazer criticas também ... por que não ?!!?
A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS COMO RECURSO NA TERAPIA
OCUPACIONAL COM CRIANÇAS DA FAIXA ETÁRIA DE 2 A 7 ANOS.
Daniel Delvano Silva Cunha
Anaile de Albuquerque Moreira
abraços pra vocês !!!
clique no título para acessar o texto, tá ?!?
Ando procurando na net vários textos , acadêmicos e não acadêmicos, para que contadores de histórias de toda parte possam se deliciar e melhorar muito sua prática!
vou postar aqui primeiro um sobre contar histórias e a terapia ocupacional ... minha praia , rs!
aproveitem para saber mais e fazer criticas também ... por que não ?!!?
A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS COMO RECURSO NA TERAPIA
OCUPACIONAL COM CRIANÇAS DA FAIXA ETÁRIA DE 2 A 7 ANOS.
Daniel Delvano Silva Cunha
Anaile de Albuquerque Moreira
abraços pra vocês !!!
clique no título para acessar o texto, tá ?!?
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
rEcReIo NaS fÉRiAs
domingo, 11 de janeiro de 2009
Olá a todos os contadores e escutadores de histórias
Eventos muito legais vêm ai , o ano tá começando com idéias fervendo na cabeça .... bom , né ?!
Só pra ficarem de olho tem alguns cursos de verão que serão oferecidos no SESC SP , bom dar uma olhadinha !!!
Começarei este ano contações em pontos da cidade ... este mês a partir do próximo domingo tem contação lá no Parque Trianon ... fiquem ligados
as fadas andam soltas, dançando em volta das árvores mais lindas da cidade!
Conto com (e pra) vocês !
abraços
Eventos muito legais vêm ai , o ano tá começando com idéias fervendo na cabeça .... bom , né ?!
Só pra ficarem de olho tem alguns cursos de verão que serão oferecidos no SESC SP , bom dar uma olhadinha !!!
Começarei este ano contações em pontos da cidade ... este mês a partir do próximo domingo tem contação lá no Parque Trianon ... fiquem ligados
as fadas andam soltas, dançando em volta das árvores mais lindas da cidade!
Conto com (e pra) vocês !
abraços
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Feliz Ano Novo
O que desejo neste ano novo é que as idéias azuis do mundo saiam das salas do sono e coloram o espaço traçando novos horizontes....
Uma Idéia Toda Azul
Um dia o Rei teve uma idéia.
Era a primeira da vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela idéia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando- a sempre com igual alegria, linda idéia dele toda azul.
Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.
Foi acordar tateando a coroa e procurando a idéia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a idéia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma idéia. Quem jamais saberia que já tinha dono ?
Com a idéia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao corredor das Salas do Tempo.
Portas fechadas, e o silêncio.
Que sala escolher?
diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do sono.
Abriu . Na sala acolchoada os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gazes, cortinas e véu pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a idéia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.
a chava prendeu no pescoço em grossa corrente. e nunca mexeu nela.
O tempo correu seus anos. Idéias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais que mentiam a verdade. Apenas, sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.
Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto.
Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão a corrente.
- Ninguém mais se ocupa de mim - dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo - ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda idéia e guardá-la só para mim.
abriu a porta, levantou o cortinado.
Na cama de marfim , a idéia dormia azul como naquele dia.
Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma idéia menina. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a idéia estava todo tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na idéia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.
Sentado na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para maior tristeza.
Depois baixou o cortinado, e deixando a idéia adormecida, fechou para sempre a porta.
Marina Colasanti
Uma Idéia Toda Azul
Um dia o Rei teve uma idéia.
Era a primeira da vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela idéia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando- a sempre com igual alegria, linda idéia dele toda azul.
Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.
Foi acordar tateando a coroa e procurando a idéia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a idéia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma idéia. Quem jamais saberia que já tinha dono ?
Com a idéia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao corredor das Salas do Tempo.
Portas fechadas, e o silêncio.
Que sala escolher?
diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do sono.
Abriu . Na sala acolchoada os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gazes, cortinas e véu pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a idéia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.
a chava prendeu no pescoço em grossa corrente. e nunca mexeu nela.
O tempo correu seus anos. Idéias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais que mentiam a verdade. Apenas, sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.
Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto.
Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão a corrente.
- Ninguém mais se ocupa de mim - dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo - ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha linda idéia e guardá-la só para mim.
abriu a porta, levantou o cortinado.
Na cama de marfim , a idéia dormia azul como naquele dia.
Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma idéia menina. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a idéia estava todo tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na idéia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.
Sentado na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para maior tristeza.
Depois baixou o cortinado, e deixando a idéia adormecida, fechou para sempre a porta.
Marina Colasanti
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